Desenhar pra mim sempre foi uma válvula de escape: quando as coisas começavam a sair do controle e eu queria me divertir um pouco, sentava no sofá com minha pranchetinha A3, meus lá

is HB e minha borracha plástica Faber-Castell. Sempre, até podia demorar para eu embarcar na brincadeira, saia alguma coisa legal. Hoje não estou com esse tempo, mesmo precisando dessa terapia.
Vamos ver assim que as coisas acalmarem (faculdade, trabalho, festas de fim de ano) como irei tocar as coisas. Por enquanto, vou ficar com o sentimento de que podia ter feito mais coisas, que podia ter enchido tudo isso de muito colorido.